Consumerização da TI

Acontece há algum tempo uma convergência notável entre diversas áreas de atuação em um ponto único, chamado TI. Este ponto se torna, então, um elo frágil em qualquer empresa. Frágil, pois há tantas “coisas” dependendo da TI, que se há uma instabilidade ou manutenção, o número de pessoas atingidas é, em muitos casos, imensurável.
Mesmo em empresas de pequeno e médio porte, houve uma mudança considerável na Infraestrutura de TI. O jargão “Internet das Coisas” diz muito sobre esta mudança, pois não há cliente maior do que o usuário final, que é quem utiliza “as coisas”. Com certeza, daqui pra frente, entre os benefícios que uma empresa dá aos seus funcionários, estará o “Liberamos acesso aos seus dispositivos pessoais” ou “Seus equipamentos pessoais serão suas ferramentas de trabalho”. A ideia é ótima e enche os olhos de qualquer um que possui uma vida dentro do seu celular, tablet e notebook. Do outro lado, há os grandes desafios de integração de sistemas, para que todos falem a mesma “língua” dentro e fora das empresas. Não basta integrar dispositivos, o mais importante é integrar os sistemas e aplicativos que rodam nestes dispositivos e quem deve realizar esta tarefa é a TI.

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Só por este resumo, já da pra perceber o motivo do título do artigo escrito pelo Manoel Lemos: “A TI das empresas está quebrada!“. Quem tiver interesse leia este artigo, pois fala muito sobre a situação que vivenciamos em nosso dia a dia.

Uma vez li um artigo, que não me lembro quem o escreveu, onde o autor dizia que a TI, daqui alguns anos, será algo invisível para as pessoas. Um exemplo que ele citava era uma pessoa escutando música em seu celular, com um fone Bluetooth e quando ela chega em casa, o som que está saindo direto em seus fones, começa a ser ouvido imediatamente na caixas de som de seu sistema doméstico que está conectado à Internet e à rede local. Seu ar condicionado já estará ligado e a cafeteira com o café saindo fumaça, pois foi identificado que esta pessoa estava se aproximando de casa através de seu GPS. Veja, esse exemplo pode ser pequeno, mas quando colocado em uma grande escala e com sistemas mais complexos, se torna verdade sua teoria. A ideia é que não percebamos que estamos inseridos em um mundo totalmente conectado e simplesmente vamos viver como se esse fosse o mesmo mundo onde foi descoberto o fogo e a lança para caçar.

Grande abraço e até mais!

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